Dois caminhos para o mesmo objetivo
Tanto o aparelho fixo quanto os alinhadores transparentes têm o mesmo objetivo: movimentar os dentes de forma controlada até a posição ideal. A diferença está na técnica, na estética e no nível de disciplina exigido do paciente durante o tratamento. Não existe um "melhor" absoluto — existe o mais indicado para cada caso.
Aparelho fixo (metálico ou estético)
É o modelo mais conhecido: bráquetes colados nos dentes, conectados por um fio metálico que é ajustado periodicamente em consulta. Suas principais vantagens são a eficiência em casos mais complexos e o fato de não depender da disciplina do paciente para ser usado — uma vez colado, ele trabalha continuamente. Em compensação, é mais visível (embora existam versões estéticas, em cerâmica) e pode exigir mais cuidado na hora de comer e escovar os dentes.
Alinhadores transparentes (tipo Invisalign)
São placas plásticas removíveis, feitas sob medida, trocadas a cada uma ou duas semanas conforme o planejamento do tratamento. A grande vantagem é a discrição — praticamente imperceptíveis no dia a dia — além de poderem ser retirados para comer e escovar os dentes normalmente. Por outro lado, exigem disciplina: precisam ficar na boca entre 20 e 22 horas por dia para que o tratamento funcione como planejado, e nem todos os casos podem ser resolvidos apenas com alinhadores.
Como decidir
A escolha ideal depende de três fatores principais: a complexidade do movimento dentário necessário, a rotina e disciplina do paciente, e o orçamento disponível. Em consulta, avaliamos a posição atual dos dentes, o tipo de mordida e o resultado desejado para indicar qual das duas opções — ou uma combinação delas — traz o melhor resultado no seu caso.
